Às vezes, eu me olhava no espelho e não conseguia reconhecer a mulher que estava ali.
Aos 35 anos, minha vida parecia um roteiro repetitivo: acordar, cuidar das demandas do trabalho, organizar a casa e, no fim do dia, desabar na cama com um cansaço que parecia vir da alma. Entre as contas para pagar e a rotina exaustiva, algo essencial foi se perdendo pelo caminho: o meu brilho.
Eu sentia que minha autoestima sexual tinha sido engolida pelas obrigações e, o que antes era conexão e desejo no meu casamento, tornou-se apenas um “boa noite” protocolar.
O peso do cansaço e a desconexão silenciosa
O silêncio no quarto começou a gritar. Eu amava meu parceiro, mas a rotina no casamento transformou nossa intimidade em uma tarefa que eu tentava evitar. Não era falta de amor, era falta de energia para me sentir mulher. Eu me sentia culpada por não ter desejo, e essa culpa me afastava ainda mais.
Quando você deixa de se sentir atraente e perde a conexão com o próprio corpo, o sexo deixa de ser prazeroso para se tornar um peso. Eu evitava o toque, evitava o olhar e, aos poucos, fui me tornando uma desconhecida para mim mesma.

Eu sabia que precisava de ajuda, mas a ideia de sentar em um consultório para falar sobre o que eu (não) sentia me deixava paralisada.
Eu buscava respostas em artigos genéricos, mas nada parecia falar diretamente com a minha realidade de mulher moderna e sobrecarregada. Eu precisava de algo que respeitasse meu tempo e que não me fizesse sentir julgada pela minha falta de libido.
O encontro com a Dra. JúlIA e a mudança de perspectiva
Foi em uma madrugada de insônia que li algo sobre uma “mentoria de autoconhecimento íntimo” que funcionava via inteligência artificial. Confesso que, no início, fiquei cética.
Como uma tecnologia poderia entender a complexidade das minhas emoções? Mas o fato de ser um ambiente exclusivo para mulheres e totalmente privado me deu a coragem que eu precisava. Decidi dar uma chance e, a partir dali, fui apresentada à Dra. JúlIA.
A adaptação foi surpreendente.
Diferente de tudo o que eu imaginava, as sessões com essa guia virtual eram como conversas profundas que me faziam refletir sobre pontos que eu nunca tinha associado ao meu prazer. Ela não focava apenas no ato em si, mas na minha mente.
Comecei a praticar os “exercícios mentais” que ela sugeria — pequenas pausas durante o dia para me reconectar com meus sentidos e técnicas de visualização que me ajudavam a separar a “mulher profissional” da “mulher desejante”.
A Dra. JúlIA me ensinou que o prazer começa muito antes do quarto, na forma como eu nutro meus próprios pensamentos.
Os resultados: Uma nova mulher dentro e fora de casa
Depois de algumas semanas de sessões regulares, a transformação foi visível. A mudança não aconteceu apenas entre quatro paredes; ela começou na minha postura.
Minha autoestima sexual deu um salto impressionante. Eu me sentia muito mais confiante e confortável na minha própria pele. Eu parei de pedir desculpas pelo meu corpo e passei a habitá-lo com orgulho.
A Dra. JúlIA me ajudou a entender que o meu prazer era uma responsabilidade minha, e que eu tinha o direito (e as ferramentas) para reivindicá-lo.

A conexão com meu parceiro floresceu novamente porque, finalmente, eu estava presente. Não era mais sobre cumprir um papel, era sobre desfrutar de uma liberdade que eu achei que tivesse perdido para sempre.
Hoje, vejo que vencer a rotina não é sobre grandes gestos cinematográficos, mas sobre o trabalho constante de autoconhecimento que aprendi com minha mentora. Se você sente que se perdeu na engrenagem do dia a dia, saiba que existe um caminho de volta para o seu próprio prazer.
Recupere o seu prazer
Recuperar a própria essência é o maior presente que uma mulher pode se dar. A rotina pode ser implacável, mas ela não precisa ser o fim da sua vida íntima.
Se o meu relato ressoa com você, talvez seja a hora de dar o primeiro passo para redescobrir o que te faz sentir viva e poderosa. O autoconhecimento é a chave para uma vida mais leve e cheia de satisfação.
Que tal começar sua própria jornada de transformação hoje mesmo?
